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“ACTIVE FUND” FINANCIA EM 33.3 MILHÕES DE DÓLARES NORTE-AMERICANOS PROJECTOS APRESENTADOS À CTA

A parceria entre a Confederação das Associações Económicas de Moçambique(CTA) e a Active Capital  através da criação do “Active Fund” resulta na aprovação de vários projectos nos sectores agrícola, energias renováveis, indústria e imobiliário.



As empresas com projectos nos sectores agrícola, energias renováveis, indústria e imobiliário poderão ter os seus projectos financiados após a formalização contratual e respectiva aprovação por parte das entidades locais competentes num processo designado por I Ciclo de Financiamento da Confederação das Associações Económicas de Moçambique(CTA) e Active Capital,que  teve o seu  início nos primeiros dias do mês de Abril passado que tinha como convite às PME´s para a submissão de propostas num espaço de 30 dias.

O processo passou pela pré-análise e assistência técnica pelo Gabinete de Apoio Empresarial da CTA e posterior submissão ao parceiro Active Capital.

Entretanto,uma vez recebidas as propostas,a Active Capital apreciou e analisou as mesmas, avaliando não só aspectos de viabilidade económica como também a meritocracia e a matriz do diálogo público-privado relativamente a prioridades de investimento em Moçambique, tendo concluído igualmente com os procedimentos de compliance e due diligence legal.

Com a conclusão do I Ciclo de Financiamento da CTA às PMEs – Active Capital, inicia-se outro processo cíclico com actividades de submissão em paralelo com actividades de apuramento para financiamento, e ambos serão concluídos até ao dia 10 de Julho de 2018.

O Presidente da CTA, Agostinho Vuma e Inaete Merali representante da Active Capital,  mostram-se satisfeitos pelo facto de terem, através da criação do “Active Fund”, contribuído para o desenvolvimento económico e social do país, gerando novas oportunidades de financiamento para as empresas nacionais numa altura de grande contração do crédito à economia produtiva.

VALE MOÇAMBIQUE DISPÕE DE 350 MILHÕES DE DÓLARES NORTE-AMERICANOS PARA NEGÓCIOS COM PME´S

O Director da Vale, Márcio Godoy, anunciou durante a visita do Conselho Directivo da CTA à Vale-Moçambique,em Moatize, província de Tete,que a  mineradora  que dirige tem disponíveis 350 milhões de dólares norte-mericanos para 141 contratos de prestação de serviços e fornecimento de bens no âmbito do conteúdo nacional.




Foi durante a visita que o Presidente da Confederação das Associações Económica(CTA) Agostinho Vuma,foi informado do volume de investimentos levado a cabo pela mineradora brasileira Vale que opera em Moatize, província de Tete desde que iniciou as suas operações no país no ano de  2012, que actualmente resultam num emprego de mais de  6000 trabalhadores,dos quais cerca de 92% são moçambicanos.

A Vale Mocambique assegurou ainda que tem estado empenhada nas actividades de formação das PME's com vista a dotá-las de capacidades em materias  de certificação e padrões de qualidade exigidos para fazer parte do cadastro de fornecedores de bens e serviços daquela mineradora.
Desta accão tem resultado no crescente número de PME's nacionais que prestam serviços para a Vale. 

Ainda na mesma ocasião foram apresentadas as oportunidades de negócios que prevê o aumento da produção, de 11 milhões de toneladas para 14 milhões este ano. 

Tratou-se de uma visita que na qual a CTA pretendia se inteirar sobre as fases do processo produtivo do carvão mineral desde a extração,processamento,incluindo  a observância das normas ambientais.

Entretanto o Presidente da CTA, Agostinho Vuma,mostrou-se satisfeito com o que viu e elogiou a Vale pelas acções que está a levar a cabo no âmbito do ambiente e do relacionamento com as comunidades locais.





NA PROVÍNCIA DE GAZA: CTA APOIA ASSOCIAÇÕES NA SUA LEGALIZAÇÃO E DIVULGA SERVIÇOS DE APOIO EMPRESARIAL




Uma equipe da Confederação Das Associações Económicas de Moçambique dirigida pela  Directora  Executiva Adjunta Teresa Muenda, visitou entre os dias 2 a 4 de maio corrente,a Cidade de Xai-Xai, distritos de Chongoene, Manjacaze,  Chibuto e Chókwè, na provincia de gaza.

Trata se de uma visita cujo objectivo era fazer o levantamento de situação jurídica das associações, com particular enfoque para as agrícolas, com vista a dar todo o apoio necessário para a sua regularização.

A iniciativa faz parte das acções que constam no Plano Estratégico da CTA como forma de criar condições para facilitar o seu acesso a capacitações bem como às linhas de financiamento para a mecanização e acesso a tecnologias, para uma agricultura comercial,que é uma das apostas da actual Direcção da CTA.

Na referida deslocação à província de Gaza, a delegação manteve varios encontros,com a Administração da empresa RBL- Regadio do Baixo Limpopo, instituição que tem trabalhado estrategicamente com a ARPONE, membro da CTA que se dedica à plantação e  cultivo de arroz e hortícolas e a Direcção da Wambao, uma empresa de capitais chineses que se destaca na cadeia de produção do arroz desde a sua plantação até à comercialização.

Ainda na mesma visita a CTA escalou alguns campos de produção de arroz e as estações de irrigação para além das empresas e manteve um encontro com os membros do Conselho Empresarial Provincial (CEP) de Gaza para,  dentre outros,  apresentar os pacotes de financiamento disponíveis na CTA, com destaque para o Fundo de Financiamento Alternativo às Pequenas e Médias Empresas, uma iniciativa da CTA em parceria com a Active Capital.





PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS NACIONAIS PASSAM A BENEFICIAR DAS OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS NOS PROJECTOS DE HIDROCARBONETOS OPERADOS PELA SASOL EM MOÇAMBIQUE

As Pequenas e Médias Empresas (PME´s) nacionais passam a beneficiar das oportunidades de negócios nos projectos de hidrocarbonetos operados pela SASOL em Moçambique, à luz de um Acordo de Cooperação assinado em Maputo, pelo Presidente da CTA, Agostinho Vuma, e o Director Executivo da SASOL, Peter Manoogian.



Após a assinatura do Memorando, o Presidente da CTA, Agostinho Vuma, disse que o mesmo visa fortificar os laços de cooperação entre ambas instituições, garantindo assim maior envolvimento das entidades Moçambicanas nos projectos desenvolvidos pela Sasol no país.

“O Acordo de Cooperação que assinamos com a SASOL irá permitir desenvolver acções que irão concorrer para facilitar a participação das entidades Moçambicanas nas oportunidades de negócios nos projectos de hidrocarbonetos operados pela Sasol no país”, referiu Agostinho Vuma, salientando que a implementação destas acções irá facilitar o desenvolvimento empresarial e o fornecimento de bens e serviços por parte das empresas nacionais, assim como no processo de reformas regulatórias.

“A implementação deste Acordo de cooperação será monitorado periodicamente, tendo sido definido um intervalo para monitoria de 4 a 4 meses”, explicou.

Entretanto,o Director Executivo da SASOL, Peter Manoogian, disse que a agenda é comum, e nesta perspectiva a multinacional sul-africana quer promover o crescimento económico e social em Moçambique através do desenvolvimento socioeconómico e da industrialização,assegurando que a SASOL tem disponíveis 100 milhões de dólares anuais para prestação de serviços e fornecimento de bens por parte de empresas moçambicanas.
“Através da colaboração entre os sectores público e privado, acreditamos que juntos podemos garantir a industrialização e a prosperidade social em benefício do país e do povo moçambicano”, disse  Manoogian.

NA II FASE DE FINANCIAMENTO AS PME´S BENEFICIARÃO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA




O Director Executivo da CTA Eduardo Sengo, garante que , com as parcerias estabelecidas pela CTA e a Active Capital, o acesso ao produto “Active Fund” ficará  mais completo e robusto
 


Para o segundo Ciclo do projecto de financiamento às PME´s, está previsto um pacote de assistência técnica sob Termos e Condições onde estas poderão beneficiar  de assistência em matérias de auditoria financeira para a certificação de contas e aprimoramento de propostas de projectos.
Para Eduardo Sengo, Director Executivo da CTA , com as parcerias estabelecidas pela CTA e a Active Capital, o acesso ao produto “Active Fund” ficará  mais completo e robusto, esperando-se deste forma aumentar o número de projectos elegíveis no II Ciclo a ser finalizado a 30 de Maio.
Refira-se que Com este pacote, a CTA e a Active Capital apoiarão as PME´s a melhorarem os seus projectos com vista a responder a todos os requisitos.

CTA RECEBE PROJECTOS AVALIADOS EM MAIS DE 28 MILHÕES DE DÓLARES NORTE-AMERICANOS NO I CICLO DE FINANCIAMENTO ÀS PME´S


A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) fez esta quinta-feira(04/05/2018)o balanço do I Ciclo do Fundo de Financiamento às Pequenas e Médias Empresas (PME´s), aberto a 4 de Abril último.



De acordo com Ibrahimo Khabir, Vice-presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique, após o lançamento do Fundo, durante cerca de um mês, a Confederação, através do Gabinete de Apoio Empresarial, divulgou por via das suas diversas plataformas de interacção, informações complementares e documentos para submissão dos projectos a mais de 3200 interessados, tendo na sequência mantido contactos e interagido com 93 empresários e representantes de PME´s nacionais,prestando esclarecimentos sobre o funcionamento e auscultando os desafios enfrentados para o acesso ao Fundo.

Na interacção, por exemplo, denotou-se que, a questão da obrigatoriedade da certificação das contas, o regulamento da Lei Cambial na recepção e exportação de capitais, o pagamento do montante do Due Diligence, o tempo de processamento dos projectos e o prazo de resposta sobre o projecto, constituíam os maiores desafios.

Até ao momento, a CTA recebeu-se 18 projectos de empresas, maioritariamente da indústria e agricultura,sendo que deste número,5 possuem os critérios de elegibilidade para serem submetidos à análise do financiamento solicitado, e totalizam USD $28.3 Milhões.
Khabir,diz por outro lado que  o prazo previsto para a apreciação e deliberação, são de aproximadamente 30 dias, para os proponentes destes projectos serem informados sobre a aprovação.

Entretanto ,Inaete Merali, Presidente Executivo da Active Capital, explica que o Fundo é aberto, pois não há valor global específico para financiamento, e foi estabelecido um mínimo de USD 1 Milhão de dólares norte americanos  e um máximo de USD $20 Milhões por cada projecto economicamente viável que seja proposto por PME´s nacionais, e cujos critérios de elegibilidade sejam satisfeitos.

CTA INSATISFEITA COM ALTERAÇÃO DO CÓDIGO COMERCIAL


A Confederação das Associações Económicas de Moçambique entende que revisão aprovada Conselho de Ministros devia ser de todo o instrumento legal. 



A  Confederação das Associações Económicas de Moçambique  assegurou esta quinta-feira que não esta satisfeita com a recente alteração do codigo comercial aprovado pelo Conselho de Ministros a 10 de abril passado.

Para CTA, a  melhoria do ambiente  de negócios num país  não pode  ser feita com alterações  pontuais da legislação,mas  sim de todo o instrumento legal.

“Nós achamos que a melhoria do ambiente de negócios não pode ser feita com alterações pontuais ,mas  sim no seu todo”disse Teófilo Chau.

A CTA garante  por outro lado, que  vai auscultar os agentes económicos de todo o país para a revisão  total do Código Comercial,com vista a adequar o mesmo, a pdrões internacionais.