Slider

Notícias

Política

Educação

Desporto

Cultura

WILLOW LANGUAGE SCHOOL INTRODUZ CURSOS DE XICHANGANA E XIRHONGA

As línguas Xichangana e Xirhonga, a semelhanca de Inglês, Francês e Turco, passam a ser lecionadas na Willow Language School.


As escolas de formação de linguas já começam a preocupar-se com o ensino de linguas nacionais,para o efeito a a Willow Language School anunciou esta segunda-feira que apartir do próximo mês,para além de lecionar Inglês, Francês ,Turco, vai iniciar com o curso de Xichangana e Xirhonga.

“É uma  novidade para Moçambique,Maputo em particular o ensino destas  línguas maternas ,xichangana e xirhonga,que na veradade é a mesma  que tem somente duas variantes que chamamos de dialetos em linguística.

Moçambique tem registado  um grande fluxo de estrangiros ,ONGs e sector privado que acabam interessando-se  em aprender essas línguas que é uma forma mais fácil de chegar às populações,referiu Elias Mahassule”,Director Pedagógico da Willow Language School.

Por outro lado a gestora  de clientes Néusia Chelene assegura que a maior procura dos cursos  neste momento verifica-se no Inglês.

“Temos recebido jovens  e crianças a procurar saber acerca dos  cursos de inglês,então temos cursos para  crianças e adultos em regimes regular e privado”,adiantou Chelene. 

Este é o primeiro caso de uma escola de ensino de linguas que opta em incluir a língua nativa no seu plano de formação.

Escola Emílio Guebuza vence Força do Povo por 33-17


A Escola Secundária Armando Emílio Guebuza derrotou, este sábado, a Escola Secundária Força do Povo por 33-17, em jogo da quinta jornada do torneio inter-escolar Engen.
A Escola Secundária Armando Guebuza entrou melhor na quadra, controlando o jogo com uma vantagem de oito pontos ainda no primeiro quarto.
Ainda assim, a Força do povo não deixou de dar luta para discutir o resultado e recuperar a desvantagem.
Na última etapa do jogo, a Escola Secundária Armando Emílio Guebuza recarregou as energias e disparou para uma diferença de 16 pontos: 33-17.
A quinta jornada está agendada para o próximo sábado, 31 de Março, no pavilhão de Maxaquene.

Falta do livro nas escolas públicas dificulta ensino e aprendizagem


O Ministério da Educação distribuiu cerca de 14 milhões de livros escolares em todo o país. Entretanto, o ensino primário continua com problemas de falta de livros, facto que dificulta o processo de ensino e aprendizagem. O Ministério diz que o problema não está na insuficiência, mas sim nas formas de fazer chegar a todos alunos.
Wilson e Francisco frequentam a terceira classe na escola primária completa Av. Das FPLM, na cidade de Maputo. São amigos e partilham tudo. Até mesmo os livros, porque cada um deles não tem material completo. Tal como o restante da turma, eles copiam no quadro, por iniciativa da professora, que tem conhecimento que nem todos têm livros.
A situação de Wilson e Francisco fica mais complicada quando devem fazer as tarefas de casa. ‘’Quando tenho trabalho de casa faço cópia no quadro e chego em casa e vou a casa do meu amigo pedir livro emprestado. Faço o trabalho e vou devolver’’, conta o menino Wilson.
Já o Francisco tem a sorte de ter a irmã, que frequenta também a mesma classe por perto. ‘’Eu levo o livro da minha irmã para fazer T.P.C (Trabalho Para Casa). Nos dias em que ela não está eu chego mais cedo à escola para pedir alguns colegas o livro e fazer o trabalho’’.
A professora diz que é difícil dar aulas e fazer os alunos entenderem a matéria sem um manual ilustrativo. A professora Rosa Jaime conta que recorre sempre ao quadro para ser mais abrangente.
A direcção da Escola Primária Completa das FPLM admite que há falta de livros, entretanto, associa a falta de cuidados do próprio livro. À semelhança da Escola das FPLM, na Escola primária completa de Bagamoyo, o cenário se repete, sobretudo para a terceira classe.
Do universo dos livros distribuídos, uma parte é canalizada para as livrarias, para a venda, a fim de servir as instituições privadas. Enquanto pode-se adquirir livros nas livrarias e em outros lugares, milhares de crianças à semelhança de Wilson e Francisco continuam nas escolas públicas sem acesso ao livro de distribuição gratuita.